Escultura do português Bordalo II

A enorme escultura do artista plástico português Bordalo II, que é um bicho-preguiça feito de lixo, fica exposta na Lapa e faz parte da programação do Experimenta Portugal ‘18

Bordalo II

A cidade de São Paulo ganhou uma obra de arte de um dos mais reconhecidos artistas urbanos do mundo, o português Bordalo II. A peça, um enorme bicho-preguiça feito de lixo, material descartável e pintura, ficará exposta permanentemente em frente ao Terminal da Lapa (Rua Guaicurus), na Zona Oeste, uma das regiões mais movimentadas da cidade.

A ação faz parte da programação do Experimenta Portugal ’18, chancela paulistana de arte e cultura luso-brasileira, promovida pelo Consulado Geral de Portugal em São Paulo há quatro anos. A presença de Bordalo II contou com apoio do município paulistano e do Turismo de Portugal.
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Labirinto de Amor na Caixa Cultural

Exposição Labirinto de Amor, na CAIXA Cultural São Paulo, é adiada; abertura está prevista para 05/06 – Caixa Cultural São Paulo recebe Labirinto de Amor, exposição inédita do artista plástico Jorge Fonseca, o público poderá interagir com mais de 30 obras do mineiro autodidata que já foi maquinista de trem e marceneiro; a entrada é gratuita

Jorge Fonseca

TRI Angulo / 2001 – Acrílica s/ laminas de madeira e esmalte sintético s/ Madeira

Costurar, pintar e bordar o amor. Enfeitar e dar graça a desilusões, tropeços, desavenças. É assim que o artista plástico Jorge Fonseca concebe sua obra, criações que dão um novo significado a objetos do imaginário coletivo e apontam brechas de afeto em coisas simples do cotidiano. Entre os dias 29 de maio e 29 de julho, boa parte de seu trabalho poderá ser conhecido na Caixa Cultural São Paulo, na exposição inédita e gratuita Labirinto de Amor. A visitação pode ser feita das 9h às 19h, de terça a domingo.
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Corpo e construção de Ivens Machado

A Carpintaria, espaço da Fortes D’Aloia & Gabriel no Rio de Janeiro, apresenta, até 23/06, Ivens Machado: Corpo e construção, primeira exposição do artista em uma galeria após seu repentino falecimento em 2015.

Ivens Machado

A mostra apresenta seis esculturas realizadas entre 1991 e 2006, um tríptico fotográfico a partir da Performance com bandagens cirúrgicas, de 1973, e uma série de fotos com registros inéditos da mesma performance, editado a partir da recuperação de negativos do artista.

Ivens Machado utilizava matérias-primas próprias da construção civil como concreto, vergalhões, vidro e madeira, manipulando estes materiais de modo a reorganizar os códigos da escultura convencional. Suas obras articulam tensões sociais e sexuais ao abordarem questões como a violência e a repressão, temáticas que revelaram-se controversas ao longo de sua carreira, especialmente durante o período da ditadura militar. Suas esculturas materializam uma sintaxe clara e objetiva que dá voz às formas em si, deixando que o concreto armado ou estilhaçado, telas aramadas e tijolos quebrados desvelem camadas de significação para além de suas superfícies. Em Sem título (2006), na primeira sala expositiva, o concreto dilata-se em um ângulo superior a 90º, encerrando-se em robustas extremidades cravadas por estilhaços de telha.
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José Oiticica Filho no MIS

Até 17 de junho um dos mais importantes e revolucionários fotógrafos brasileiros

José Oiticica Filho

Forma 15-B (1955) / Derivação 68A/62-A (1962)

O Museu da Imagem e do Som de São Paulo, MIS-SP apresenta a obra pioneira de José Oiticica Filho (1906 – 1964), marco na fotografia moderna brasileira. Dentre sua produção se destacam as microfotografias científicas feitas durante seu trabalho como entomologista, a forte atuação nos movimentos cineclubistas, a quebra com o pictorialismo, os experimentos com a abstração, as composições geométricas e as recriações fotográficas a partir de manipulação de negativos.

José Oiticica Filho (1906-1964) contribuiu para a inovação da fotografia brasileira entre os anos 1940 e início dos 1960 do século XX. Ao lado de Geraldo de Barros e outros expoentes da fotografia modernista brasileira, na década de 1950, tirou a fotografia do pictorialismo que ainda reinava entre os trabalhos fotográficos brasileiros.
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Kura de Camila Yunes Guarita

Kura é a nova empresa de assessoria em arte de Camila Yunes Guarita

Camila

Sob comando de Camila Yunes Guarita, a nova empresa oferece consultoria de arte e tem como diferencial a customização de cada trabalho

Kura, que vem do alemão Kuratorium e significa ‘curadoria’, vem ao encontro dos anseios de sua criadora, Camila Yunes Guarita, uma apaixonada pelo mundo das artes, que deu seus primeiros passos nesse universo, ainda na faculdade. Aos 18 anos, criou um blog onde entrevistava artistas e publicava notícias sobre feiras e exposições. Após um convite para trabalhar na galeria Nara Roesler em São Paulo, ela teve a certeza de que era o que realmente queria para sua vida profissional.
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Claudio Tozzi na Caixa Cultural

Claudio Tozzi (mestre em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP) volta a fazer uma exposição individual em São Paulo

Claudio Tozzi

Emblema da Cultura Brasileira – Retrospectiva da Obra Gráfica será inaugurada, no dia 13 de março, às 19 horas, na Caixa Cultural São Paulo, e traz um panorama da obra gráfica do artista nos últimos 50 anos.Com curadoria de Manuel Neves, a mostra reúne 93 obras produzidas entre 1968 e 2018 – é a mais completa exposição já realizada sobre a produção gráfica de Claudio Tozzi.
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