José Oiticica Filho no MIS

Até 17 de junho um dos mais importantes e revolucionários fotógrafos brasileiros

José Oiticica Filho

Forma 15-B (1955) / Derivação 68A/62-A (1962)

O Museu da Imagem e do Som de São Paulo, MIS-SP apresenta a obra pioneira de José Oiticica Filho (1906 – 1964), marco na fotografia moderna brasileira. Dentre sua produção se destacam as microfotografias científicas feitas durante seu trabalho como entomologista, a forte atuação nos movimentos cineclubistas, a quebra com o pictorialismo, os experimentos com a abstração, as composições geométricas e as recriações fotográficas a partir de manipulação de negativos.

José Oiticica Filho (1906-1964) contribuiu para a inovação da fotografia brasileira entre os anos 1940 e início dos 1960 do século XX. Ao lado de Geraldo de Barros e outros expoentes da fotografia modernista brasileira, na década de 1950, tirou a fotografia do pictorialismo que ainda reinava entre os trabalhos fotográficos brasileiros.
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Claudio Tozzi na Caixa Cultural

Claudio Tozzi (mestre em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP) volta a fazer uma exposição individual em São Paulo

Claudio Tozzi

Emblema da Cultura Brasileira – Retrospectiva da Obra Gráfica será inaugurada, no dia 13 de março, às 19 horas, na Caixa Cultural São Paulo, e traz um panorama da obra gráfica do artista nos últimos 50 anos.Com curadoria de Manuel Neves, a mostra reúne 93 obras produzidas entre 1968 e 2018 – é a mais completa exposição já realizada sobre a produção gráfica de Claudio Tozzi.
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Todas as Graças de Laura Vinci

Até 21 de julho de 2018, o Instituto Ling apresenta a exposição Todas as Graças, da artista paulista Laura Vinci

Laura Vinci

Duas Graças, 2017, latão repuxado, Ø60 x 60 cm, edição 4/5, Duas unidades

Com curadoria de Virginia Aita, Todas as Graças é uma instalação concebida especialmente para a galeria do Instituto Ling, com peças das séries Graças, Pins e Mundos, produzidas entre 2015 e 2018, em que a artista trabalha com materiais como latão (banhado a ouro e prata) e vidro borosilicato. São 21 peças da série Graças, quatro peças da série Mundos e 180 Pins, dispostas no solo e paredes, em conjuntos que se relacionam entre si e preenchem de forma harmônica o espaço da galeria.
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Doce metal

Gravura em Metal: poéticas, linguagens e técnicas de cinco gravadores, exposição integra as comemorações dos 120 anos da Casa da Boia de São Paulo

Gravura

Ulysses Boscolo

A versatilidade do cobre, material de múltiplas aplicações, revela-se na gravura como meio de expressão, linguagem e arte. E foi esta a motivação da Casa da Boia Cultural ao promover a exposição “Gravura em Metal: poéticas, linguagens e técnicas de cinco gravadores”, que será realizada entre 7 de maio e 14 de julho, em São Paulo. A mostra, que tem a curadoria de Ennio Posebon, é uma oportunidade para que os visitantes façam uma viagem no tempo, com um duplo resgate histórico.

Cerca de 50 gravuras foram produzidas por cinco artistas de diferentes gerações, utilizando a chapa de cobre, cujos processos de produção e reprodução de imagens remontam ao século XV. A maioria das obras tem caráter figurativo e o extenso conjunto das imagens revelará ao espectador uma diversidade de poéticas, linguagens e técnicas de gravação. Ao mesmo tempo, será possível conhecer toda a riqueza arquitetônica e o estilo art-nouveau do casarão centenário onde funcionará a exposição.
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A Arte como Resistência

Instituto Vladimir Herzog promove debate gratuito sobre artista Antonio Benetazzo / 24 de abril / 19:30 – 21:30

Antonio Benetazzo

O Instituto Vladimir Herzog, com apoio da Unibes Cultural, promove no próximo dia 24 de abril (terça-feira), às 19h30, um encontro para pensar a arte como resistência a partir das obras de Antonio Benetazzo, artista plástico e militante político assassinado pela ditadura militar em 1972. O evento celebra a inclusão da exposição “Antonio Benetazzo, permanências do sensível” no acervo do IVH na plataforma Google Arts&Culture, ocorrida no início de março.
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Aborígenes da Austrália no MASC

O Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) e a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL apresentam exposição de artistas aborígenes da Austrália, projeto que já circulou pelo Brasil e integra o programa em celebração aos 70 anos do museu, o segundo mais antigo do país

Rover Thomas

Rover Thomas (1926-1998), Nome da obra: ‘Solo Argilosos, Estrada de Canning Stock, 1985’. Técnica: Pigmentos terrosos naturais sobre madeira

Depois de passar pelas principais capitais do Brasil, chega à Florianópolis a exposição O Tempo dos Sonhos: Arte Aborígene Contemporânea da Austrália. Trata-se da coleção mais diversificada, vigorosa e exuberante da tradição artística contínua mais antiga do planeta. A mostra inaugura ao público no dia 18 de abril e faz parte da programação que celebra os 70 anos do Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), uma das instituições de arte mais importantes e a segunda mais antiga do país.

As obras que compõem o acervo são de artistas renomados, como Rover Thomas, Tommy Watson e Emily KameKngwarray, entre outros, que já tiveram os seus trabalhos expostos no MoMA e Metropolitan, de Nova Iorque, Bienais como a de Veneza, São Paulo e Sidney, entre outros eventos de prestígio internacional, como o Documenta, em Kassel, e ArtBasel (Miami, Basel e Hong Kong). Emily KameKngwarray (1910-1996) é uma das estrelas da mostra. Mulher, negra, começou a pintar aos 79 anos de idade e é considerada pela crítica uma das maiores pintoras expressionistas do século 20. >>>Leia+Mais